Façam as vossas apostas!

Vou directo ao assunto:

- entram em www.cm-lisboa.pt
- clicam na imagem do orçamento participativo, aquela com a senhora simpática a apontar qualquer coisa
- registam-se ou iniciam desde logo a sessão no lado direito da página
- clicam em ‘Projectos em votação’, também do lado direito da página, mas um pouco mais acima
- seleccionam a área ‘Espaço público e Espaço Verde’
- seleccionam a freguesia ‘Ameixoeira’ e validam a busca

E pronto, dos dois projectos que aparecem, a minha sugestão é que votem em massa, até 31 de Outubro, na ‘Ligação Pedonal e Ciclável entre o Parque Oeste e a Estação de Metro da Ameixoeira’.

As razões já aqui foram apontadas várias vezes:
- integrar da Alta com o bairro vizinho da Ameixoeira
- aumentar o usufruto do espaço público
- diminuir o trânsito na Estrada São Bartolomeu
- garantir a segurança para os peões
- potenciar o uso o metropolitano

A participação de todos é fundamental, pois a matemática pode ser ingrata. Já estão registados cerca de 1200 votos para 291 projectos.

Cá em casa, já todos votámos.

Comments

13 Responses to “Façam as vossas apostas!”
  1. moradora says:

    Cá em casa já votamos!

  2. Manuel Ferreira says:

    Condomínio do Parque já está mobilizado para votar.

    O votar em si é que não é nada fácil pois obriga a um pré-registo e a esperar pela confirmação do site do Orçamento Participativo.

    Será que nenhum residente nos "Jardins de São Bartolomeu" conseguia mobilizar esse condomínio que tem também 300 ou 400 fracções? No Condomínio do Parque afixamos em todas as escadas um apelo ao voto e as necessárias instruções para votar.

    Manuel Ferreira

    • Luís Magalhães says:

      Ainda bem que já o fizeram.
      Nos JSB, tenho a certeza que o mesmo vai acontecer.

  3. É com satisfação que vejo a base da minha proposta (nº23) sujeita a votação. Fico ainda satisfeito por saber que houve mais pessoas preocupadas com a mobilidade na Alta, com a barreira do eixo norte-sul à mobilidade pedonal e com a degradação urbanística da envolvente.

    Já votei e tenho feito alguma publicidade. Espero que seja uma das escolhidas…

    A ligações ao metro são um incremente de mobilidade!

  4. Luis V. says:

    Eu tambem quero.
    O viver lisboa parece que continua a ser o viver alta de lisboa.
    Porque não foi colocado um post para as pessoas irem ao site do OP e decidirem livremente o seu voto? Sim, assim é que o viver lisboa cumpria a sua missão.
    Assim, também quero fazer publicidade ao meu projecto para a ligação pedonal entre o Alto da Faia e o Lumiar, um problema bem grave, mas que infelizmente não vou conseguir tantos votos porque não tenho uma "máquina" a publicitá-lo.
    Vejam como este problema também merece o voto de todos, http://passagemavenidapadrecruz.blogs.sapo.pt/

  5. Luis V. says:

    Eu também quero fazer publicidade ao meu projecto no OP.
    Vejam como este projecto é essencial e como votar em http://passagemavenidapadrecruz.blogs.sapo.pt/

  6. Pedro Veiga says:

    Já votei!

  7. maria says:

    ca em casa ja votamos mais 4 pessoas,ca colina sao gonçalo,era bom que todos votassemos,

  8. Luís Magalhães says:

    É só para relembrar, pois isto vai ser renhido:
    "Na edição 2008/2009 votaram 1101 pessoas no OP, na edição 2009/2010 votaram 4719 pessoas e ao meio-dia de hoje o site do OP registava já 4881 votantes." in http://www.cm-lisboa.pt

  9. Ana Barata says:

    Já votei no princípio do mês e tenho falado nisto à minha volta. Há mais projectos a votação para a Alta de Lisboa mas acho que nos devemos concentrar num, sob pena de nenhum deles ser aprovado. E este, parece-me um óptimo projecto.

  10. PLages says:

    Já sairam os resultados… http://www.cm-lisboa.pt/op/?idc=111&idi=13841
    Como é que o projecto só teve 223 votos?!

  11. pmd says:

    Lisboa
    Investimento no Orçamento Participativo ficou aquém dos dez milhões anunciados
    05.11.2010 – 10:23 Por Inês Boaventura
    Votar  |  1 votos 5 de 17 notícias em Local« anteriorseguinte »
    Nos últimos dois anos, a Câmara de Lisboa anunciou que reservaria para o Orçamento Participativo cinco milhões de euros, mas o investimento em empreitadas sugeridas e votadas pelos lisboetas tem ficado aquém desse valor, pelo menos no que diz respeito à primeira edição.

    A ciclovia ribeirinha foi integrada num projecto votado pelos cidadãos, mas quem a pagou foram as empresas (Raquel Esperança)

    Na de 2008-2009, por exemplo, alguns projectos foram pagos por outras entidades, que se substituíram à autarquia no pagamento de investimentos que rondam os 1,6 milhões de euros.

    É o caso da pista ciclável, entre o Vale de Chelas e o Parque das Nações, para a qual a autarquia tinha anunciado 625 mil euros do orçamento camarário. Afinal o projecto custou 767 mil euros e foi pago pela ANA – Aeroportos de Portugal, como contributo para a "existência de condições de acesso dedicado a peões e bicicletas ao Aeroporto de Lisboa".

    Algo semelhante aconteceu com a pista ciclável entre a Avenida Calouste Gulbenkian e o Parque Eduardo VII, na qual, dizia a câmara, iria gastar 650 mil euros. Já com o projecto em execução, a autarquia veio dizer que esta era uma "obra efectuada no âmbito de protocolo de contrapartidas com a REN" e, mais tarde, no Relatório de Gestão 2009, afirmou que a empreitada tinha sido concluída "no âmbito do protocolo com a EDP".

    A EDP, através do gabinete de comunicação, negou ao PÚBLICO a autoria da obra. Já a REN confirmou, através da sua agência de comunicação, que executou a ciclovia, no âmbito de um pacote de "medidas compensatórias", com um valor global de "um milhão de euros", acordado com a autarquia aquando da construção de uma subestação eléctrica em Monsanto.

    EDP e APL pagam pista

    Mais confuso é o caso da pista ciclável entre Belém e o Cais do Sodré. Segundo um protocolo de Setembro de 2008 (portanto anterior ao primeiro Orçamento Participativo), assinado pela Câmara e Administração do Porto de Lisboa (APL), a obra estava avaliada em 650 mil euros e seria financiada, em partes iguais, pelo munícipio e pela APL.

    Dois meses depois, o projecto "construção de pistas cicláveis na cidade de Lisboa" obteve 244 votos na primeira edição do Orçamento Participativo e a autarquia decidiu, então, que a ciclovia na frente ribeirinha seria incluída nesse pacote eleito pelos cidadãos. No Relatório de Gestão 2009, a câmara indicava que tal empreitada foi concluída ao abrigo "do protocolo estabelecido entre a CML/APL/EDP".

    O gabinete de comunicação da EDP confirmou ao PÚBLICO que a ciclovia entre Belém e o Cais do Sodré "foi executada pela EDP Distribuição, dado tratar-se de uma obra particularmente exigente em termos de iluminação e circuitos eléctricos associados". A mesma fonte acrescentou que "o valor pago (cerca de um milhão de euros) resultou de um pagamento em espécie, no âmbito das rendas devidas no Contrato de Concessão da Rede de Distribuição em Baixa Tensão". A APL, por seu lado, disse que a sua participação na obra "foi muito reduzida, limitando-se ao pagamento do projecto e do arranjo de jardins e de espaços verdes" e recusou indicar qual o valor em causa.

    O PÚBLICO perguntou repetidamente à Câmara de Lisboa quais foram os projectos do Orçamento Participativo de 2008-2009 e de 2009-2010 que, contrariamente ao que foi anunciado, não foram pagos pelo Orçamento Municipal, mas não obteve resposta. Somando os valores que a autarquia se tinha comprometido a destinar às três ciclovias que a ANA, a REN, a EDP e a APL admitem ter financiado, obtém-seo valor de 1,6 milhões de euros.

    As dúvidas em relação a que percentagem dos cinco milhões de euros foi efectivamente gasta pela autarquia adensam-se com o Relatório de Gestão 2009, no qual se diz que o Orçamento Participativo teve uma dotação de 2,721 milhões de euros, valor do qual pouco mais de 20 mil euros foram de facto executados.

  12. naf says:

    Mais estranho, que me perdoem os moradores do Bairro do Cabrinha se estiver a cometer alguma injustiça, é que o projecto de requalificação do espaço desportivo deste bairro tenha conseguido 553 pontos. Segundo dados de 1999, a população do bairro cifrava-se nos 773 habitantes dos quais 228 com menos de 20 anos e 108 com mais de 65. É de esperar que tendo em conta a evolução demográfica do país o número de habitantantes jovens tenha diminuído. Isto em importante dado que a principal e primeira forma de participação no OP é pela internet. Significa isto que a maioria da população da Bairro do Cabrinha votou neste projecto? Ou houve uma daquelas acções de transporte de pessoas aos centros de voto como se assistem nalgumas eleições autárquicas?
    Ou então, para os que não são fãs de teorias da conspiração, é simplesmente um caso de pura apatia e desinteresse por parte dos cerca de 20/30 000 habitantes da Alta de Lisboa.
    Seja como for, para mim este processo está ferido de morte na sua credibilidade, e não são os presumiveis 11000 votantes nesta edição que vão torná-lo num símbolo de activa participação cívica. Parece-me mais uma manobra de auto-promoção da CML com a aprovação de projectos já planeados e financiados, nalguns casos, por outras entidades.

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